terça-feira, 10 de maio de 2011

MOVIMENTO INDÍGENA - DOCUMENTO FINAL DO ACAMPAMENTO TERRA LIVRE 2011 - PELO DIREITO À VIDA E À MÃE TERRA

Nós, mais de 700 lideranças, representantes de povos e organizações indígenas das distintas regiões do Brasil, reunidos em Brasília–DF, por ocasião do VIII Acampamento Terra Livre, a maior mobilização indígena nacional, considerando o atual quadro de violação dos nossos direitos que se agrava dia a dia sob o olhar omisso e a conivência do Estado brasileiro, viemos de público manifestar a nossa indignação e repúdio pela morosidade e descaso com que estão sendo tratadas as políticas públicas que tratam dos nossos interesses e aspirações.

Animados pelo exemplo e o espírito de luta e coragem dos nossos antepassados, anciãos e caciques que nos presidiram, reiteramos a nossa vontade de continuar unidos na diversidade e de lutar acima das nossas diferenças pela garantia dos nossos direitos assegurados pela Constituição Federal de 1988 e leis internacionais de proteção e promoção dos direitos indígenas como a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Declaração das Nações Unidas sobre os direitos dos Povos Indígenas.

Diante do Projeto de morte da ofensiva dos interesses do agronegócio, do latifúndio, dos consórcios empresariais, das multinacionais e demais poderes econômicos e políticos sobre as nossas terras e suas riquezas (naturais, hídricas, minerais e da biodiversidade), proclamamos a nossa determinação de defender os nossos direitos, principalmente quanto à vida e à terra e, se preciso for, com a nossa própria vida.

Não admitiremos que o que até hoje preservamos milenarmente – a Mãe Terra - contribuindo para a sustentabilidade ambiental e social do território nacional e do planeta, seja arrancado mais uma vez das nossas mãos ou destruído irracionalmente, como foi há 511 anos pelos colonizadores europeus, em detrimento da vida dos nossos povos e suas futuras gerações.

Não podemos admitir continuar sendo vítimas da voracidade do capitalismo neoliberal, do modelo de desenvolvimento depredador que impera no mundo, inclusive no nosso país, de forma implacável , sob o olhar omisso, a conivência e adesão explícita do governo atual.

Em nome de todos os povos e organizações indígenas do Brasil reivindicamos que a Presidenta Dilma Roussef torne realidade o seu compromisso de garantir o respeito aos direitos humanos, a justiça social, a sustentabilidade ambiental e social proclamada por ela na sua campanha e em viagens internacionais, considerando que nós os povos indígenas, relegados secularmente pelo Estado brasileiro e tratados como empecilhos ao plano de desenvolvimento e crescimento econômico do país, enquanto cidadãos e coletividades étnica e culturalmente diferentes, temos direitos assegurados pela Constituição Federal e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário que devem ser devidamente respeitados.

Dessa forma reivindicamos o atendimento das seguintes demandas.


TERRAS: DEMARCAÇÃO E DESINTRUSÃO


Que a FUNAI crie GTs para dar continuidade aos trabalhos fundiários, voltados a regularizar as terras indígenas, com metas claras para a demarcação, revisão de limites e desintrusão imediata, incluindo o julgamento de casos parados no Supremo Tribunal Federal (STF). A paralisação dos processos demarcatórios e a morosidade nas ações da FUNAI provocam o aumento de conflitos com os invasores das terras indígenas, alongando o sofrimento dos nossos povos e comunidades em todas as regiões do país, situação agravada pelas 19 condicionantes estabelecidas pelo STF.

A FUNAI deve contratar funcionários para atender as demandas específicas de demarcação das Terras Indígenas. O órgão deve ainda tomar providências contra servidores envolvidos com fazendeiros e contrários ao direito territorial dos nossos povos como no Mato Grosso do Sul.

Que não se adote a aquisição de terras para os povos indígenas como substituição do devido procedimento legal de demarcação das terras tradicionalmente ocupadas. Só admitimos esse procedimento em casos em que não se comprove a ocupação tradicional.

É falsa a informação pomposamente divulgada com freqüência pelo governo de que 95% das terras indígenas já foram demarcadas. Ao contrário, além de não ter sido demarcada essa totalidade, a maioria das terras indígenas continuam sendo invadidas, sem que todas as fases de regularização estejam concluídas: relatório de identificação, declaração de reconhecimento, colocação de marcos, homologação, registro, desintrusão. Isso em todas as regiões do país. O Acampamento Terra Livre, por meio da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) encaminhará ao Governo um levantamento deste mapeamento que revela a situação crítica das terras indígenas.

Reiteramos que a agilidade na conclusão das distintas fases do procedimento de regularização é necessária para diminuir a crescente judicialização que vem retardando a efetividade das demarcações concluídas pelo Executivo, vulnerabilizando as comunidades frente à violência de grupos contrários ao reconhecimento das terras indígenas e à sua proteção pela União.

Cabe, no entanto, lembrar que demarcar não é suficiente se o governo não adota medidas de proteção e sustentabilidade às terras indígenas, adotando programa especial para a fiscalização e proteção das terras indígenas nas faixas de fronteira, com a participação dos nossos povos e organizações.


EMPREENDIMENTOS QUE IMPACTAM TERRAS INDÍGENAS


Que o Governo da presidenta Dilma garanta a aplicabilidade da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Constituição Federal, respeitando o direito dos nossos povos à consulta livre, prévia e informada, a respeito de empreendimentos que impactam as suas terras. É fundamental para isso que o governo regulamente e institucionalize o direito à consulta. Os povos indígenas devem ser devidamente informados quanto aos seus direitos evitando que acordos sejam firmados ou políticas de cooptação praticadas, em detrimento de seus direitos. No caso de comunidades impactadas por empreendimentos, a compensação decorrente deve ser permanente e destinada diretamente para a elas, que definirão de forma autônoma quem deverá gerenciar os recursos em questão. Não admitimos que essa gestão seja feita pela FUNAI ou qualquer outra instituição, sem se considerar este pressuposto.

Os nossos povos não podem mais ser vítimas de impactos sociais e ambientais na maioria dos casos irreversíveis provocados por estradas que cortam as terras indígenas, monocultivos (soja, cana da açúcar, bambu, eucaplipto, pinos), a pecuária, o uso de agrotóxicos e outros tantos projetos e empreendimentos econômicos que impactam de forma negativa a nossa vida e cultura, e provocam a judicialização das demarcações de terras, a perseguição e a criminalização de centenas de lideranças nossas. São usinas hidrelétricas como Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, Estreito; projetos de transposição (Rio São Francisco), rodovias, mineração, rede elétrica de alta tensão, Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), mansões na orla marítima, assentamentos de colonização, criação de parques nacionais e áreas de preservação, portos, esgotos, usinas de álcool, pedreiras, exploração de calcário e areia, fábricas siderúrgicas, refinarias, gasodutos, termoelétricas, dentre outros. Pelo menos 434 empreendimentos atingem nossos territórios. Os programas desenvolvimentistas do governo federal, vinculados ou não ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), vão gerar impactos em 182 terras indígenas, em pelo menos 108 povos.

Por tudo isso, não admitimos que o governo “enfie goela abaixo” empreendimentos do Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC) que ameaçam a continuidade e segurança física, psíquica e cultural dos nossos povos e comunidades.


CRIMINALIZAÇÃO DE LIDERANÇAS INDÍGENAS


Que as lutas dos nossos povos pelos seus direitos territoriais não sejam criminalizadas, sendo eles perseguidos e criminalizados na maioria das vezes por agentes do poder público que deveriam exercer a função de proteger e zelar pelos direitos indígenas.

Denunciamos a articulação existente entre o judiciário, órgãos de segurança e interesses privados, fazendeiros, sobretudo, para criminalizar líderes indígenas. Em alguns estados as polícias militar, civil e federal, e a força nacional ou são omissas ou são utilizadas para expulsar indígenas das terras retomadas. Os fazendeiros, como no sul da Bahia, formam milícias inclusive com a participação de membros da polícia militar e federal.

De acordo com o InfoPen/MJ, pelo menos 748 indígenas estão presos, sendo que muitos são lideranças e outras por luta são perseguidos, submetidas a atos de violência, processos judiciais e com ordem de prisão decretada. Em Pernambuco, a cabeça de uma das lideranças está anunciada por 500 reais.

Lideranças indígenas, mulheres e homens, são assassinados, e os criminosos estão soltos e não são tomadas providências. Reivindicamos que sejam julgados e punidos os mandantes e executores de crimes (assassinatos, esbulho, estupros, torturas) cometidos contra os nossos povos e comunidades.

Juízes ocupantes de terras indígenas ou que defendem interesses de fazendeiros e até de grileiros assentados em áreas demarcadas ou reivindicadas não podem julgar as ações relativas às nossas terras. Devem, portanto, serem impedidos uma vez que são partes interessadas nas ações.

Que o Ministério Público Federal não ofereça denúncia contra lideranças indígenas, uma vez que não se trata de crimes e sim de uma luta coletiva dos povos indígenas pela demarcação de seus territórios tradicionais e demais direitos coletivos constitucionalmente garantidos. O Ministério Público Federal, omisso em alguns casos, deve ao contrário assistir as comunidades e impetrar Habeas Corpus em favor das lideranças que sofrem o processo de criminalização quando em luta por seus territórios.

Que seja fortalecida a Procuradoria da FUNAI, assegurando o retorno dos Procuradores para a sede das coordenações regionais do Órgão.

Que seja assegurada a liberdade de expressão e de luta dos nossos povos pela garantia de seus direitos, especialmente territoriais.


REESTRUTURAÇÃO DA FUNAI


Queremos uma Funai que deixe de atender aos interesses econômicos e do latifúndio, e que pare de ser órgão licenciador de obras que rasgam nossas terras. Queremos uma Funai com recursos suficientes para retirar os invasores de nossos territórios e, ao mesmo tempo, ter condições de concluir os procedimentos demarcatórios de nossas terras. Chega de paralisia nas demarcações. Queremos uma Funai com condições de defender nossos direitos coletivos e individuais, especialmente de nossas lideranças que são criminalizadas. Queremos um órgão presidido por alguém que realmente tenha compromisso com os interesses e aspirações dos nossos povos e comunidades.

Com a reestruturação da FUNAI, a violação dos nossos direitos se agravou. Os processos de demarcação ficaram paralisados e as terras desprotegidas, sem a presença dos chefes de postos. Que os postos e as coordenações regionais extintos com o decreto 7056, retornem. Considerando que o governo brasileiro violou a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), reivindicamos que esse decreto seja revogado, até que seja discutido e haja consenso com todos os Povos sobre como deve ser a reestruturação e que seja substituído o atual presidente, como tem reivindicado as regiões afetadas por este processo.


Legislação Indigenista


Que o presidente da Câmara dos Deputados inclua na ordem do dia o PL 2057/91 e crie a Comissão Especial para analisar o projeto em questão, a fim de permitir a discussão e apresentação de emendas, considerando as propostas dos nossos povos e organizações, visando à aprovação do novo Estatuto dos Povos Indígenas. Dessa forma, todas as questões de interesse dos nossos povos serão tratadas dentro desta proposta, evitando ser retalhadas por meio de distintas iniciativas legislativas que buscam reverter os avanços assegurados pela Constituição Federal.

Que o governo, por meio de sua bancada, assegure a tramitação e aprovação do Projeto de Lei 3.571/2008 que cria o Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI), instância deliberativa, normativa e articuladora de todas as políticas e ações atualmente dispersas nos distintos órgãos de Governo. Após cinco anos da existência da Comissão Nacional de Política Indigenista, está na hora da mesma ser substituída pelo Conselho, a fim de evitar maiores desgastes e dificuldades no interior de nosso movimento. Acreditamos que a CNPI já cumpriu a sua função após ter assegurado a consolidação e o encaminhamento do Projeto de Lei do Conselho, que realmente interessa aos povos e organizações indígenas.


Saúde Indígena


Que o Governo garanta os recursos financeiros suficientes para a implementação da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e a efetivação da autonomia política, financeira e administrativa dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI`s), com a participação plena e o controle social efetivo dos nossos povos e organizações nos distintos âmbitos, local e nacional, evitando a reprodução de práticas de corrupção, apadrinhamentos políticos, e o agravamento da situação de abandono e desassistência em que estão muitos povos e comunidades indígenas. Garantir, ainda, concurso público diferenciado e a capacitação de quadros indígenas para assumirem responsabilidades no atendimento à saúde indígena.

A demora na transição das responsabilidades da Funasa para a SESAI, em razão de interesses políticos partidários e corporativos, está gerando caos no atendimento básico e insegurança sobre a garantia do saneamento básico nas comunidades indígenas. O Governo da presidenta Dilma deve tomar providências para que os órgãos competentes cumpram as suas responsabilidades institucionais em bem da saúde dos nossos povos.


Educação Indígena


Que o Ministério da Educação assegure a participação dos povos e organizações indígenas na implementação dos territórios etnoeducacionais e que cumpra as resoluções aprovadas pela I Conferência Nacional de Educação Indígena de 2009.


Código florestal


Repudiamos a ofensiva da bancada ruralista, empenhada na alteração do Código Florestal que, certamente, provocará danos irreparáveis às nossas terras e aos recursos naturais que elas abrigam.


Reforma Política


Reivindicamos que no processo da Reforma Política, em curso no parlamento, seja considerado o direito dos nossos povos à participação, inclusive sendo estabelecida uma quota que garanta a nossa representatividade.


Brasília-DF, 05 de maio de 2011.

De: ARTICULAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL - APIB

quinta-feira, 5 de maio de 2011

O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL RECONHECEU NESTA QUINTA-FEIRA A UNIÃO HOMOSSEXUAL ESTÁVEL

Marcado por longas reflexões o julgamento de duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República e pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, ao final e por unanimidade, o STF acabou reconhecendo a união homoafetiva.

A demanda judicial promovida pela PGE tinha objetivos amplos, pois pediu o reconhecimento dos direitos civis de pessoas do mesmo sexo. Na demanda do Governo do Rio de Janeiro, este pretendia que o regime jurídico das uniões estáveis fosse aplicado aos casais homossexuais, para que servidores do governo estadual tivessem assegurados benefícios, como previdência e auxílio saúde.

Apenas um ministro ficou fora do julgamento, o Exmo. Ministro Dias Toffoli, pois ele se declarou impedido de votar em virtude de sua manifestação pública sobre o assunto em tela, quando do exercício da atividade de advogado-geral da União.

Por outro lado, de forma única no entendimento dos ministros, pois todos acompanharam o voto do Ministro Carlos Ayres Britto, que na qualidade de Relator proferiu o entendimento: "O sexo das pessoas não se presta como fator de desigualdade jurídica".

Seus pares seguiram o mesmo entendimento. “A homossexualidade não é crime. Então por que o homossexual não pode constituir uma família?”, indagou o ministro Luiz Fux. Com esse reconhecimento do STF, os casais homossexuais passam a ter direitos sobre herança, pensões e podem adotar filhos.

O presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, afirmou que a decisão do Supremo Tribunal Federal de reconhecer a união entre casais do mesmo sexo é uma vitória da cidadania. "Ninguém saiu perdendo".

O Grito do Cidadão diante da postura firme de nossos digníssimos magistrados frente a um tema por muitos ainda controverso, espera que os excelentíssimos tenham a mesma preocupação e firmeza com as demandas jurídicas que prejudicam em demasia a vida de milhares de brasileiros anônimos, dentre elas:

A QUEBRA DO EXAME DE ORDEM DA OAB QUE FRONTALMENTE AGRIDE A NOSSA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E RIDICULARIZA A JUSTIÇA AOS OLHOS DOS ESTUDANTES, MAGISTRADOS, ADVOGADOS E TODOS AQUELES QUE POR NATUREZA SE APROFUNDAM NA ARTE DO CONHECER.

Parabéns aos Exmos. Ministros e a toda comunidade interessada e atendida neste primeiro plano, todavia, esperamos que todos estejam unidos na ideia de restabelecer o que é justo por direito, e neste caso, unimo-nos aos BACHARÉIS EM DIREITO que por anos encontram-se fora do mercado de trabalho, em virtude da exigência inconstitucional deste exame de ordem aplicado pela OAB e ao silêncio dos nossos digníssimos ministros do Supremo Tribunal Federal, pois outra interpretação não há de se ter ao final do julgamento do Recurso Extraodinário.

De: GRITE !

REFLEXÕES DE FIDEL - EL ASESINATO DE OSAMA BIN LADEN

Los que se ocupan de estos temas conocen que, el 11 de septiembre de 2001, nuestro pueblo se solidarizó con el de Estados Unidos y brindó la modesta cooperación que en el campo de la salud podíamos ofrecer a las victimas del brutal atentado a las Torres Gemelas de Nueva York.

Ofrecimos también de inmediato las pistas aéreas de nuestro país para los aviones norteamericanos que no tuvieran dónde aterrizar, dado el caos reinante en las primeras horas después de aquel golpe.
Es conocida la posición histórica de la Revolución Cubana que se opuso siempre a las acciones que pusieran en peligro la vida de civiles.

Partidarios decididos de la lucha armada contra la tiranía batistiana; éramos, en cambio, opuestos por principios a todo acto terrorista que condujera a la muerte de personas inocentes. Tal conducta, mantenida a lo largo de más de medio siglo, nos otorga el derecho a expresar un punto de vista sobre el delicado tema.

En acto público masivo efectuado en la Ciudad Deportiva expresé aquel día la convicción de que el terrorismo internacional jamás se resolvería mediante la violencia y la guerra.

Fue por cierto, durante años, amigo de Estados Unidos que lo entrenó militarmente, y adversario de la URSS y del socialismo, pero cualquiera que fuesen los actos atribuidos a Bin Laden, el asesinato de un ser humano desarmado y rodeado de familiares constituye un hecho aborrecible. Aparentemente eso es lo que hizo el gobierno de la nación más poderosa que existió nunca.

El discurso elaborado con esmero por Obama para anunciar la muerte de Bin Laden afirma: “…sabemos que las peores imágenes son aquellas que fueron invisibles para el mundo. El asiento vacío en la mesa. Los niños que se vieron forzados a crecer sin su madre o su padre. Los padres que nunca volverán a sentir el abrazo de un hijo. Cerca de 3 000 ciudadanos se marcharon lejos de nosotros, dejando un enorme agujero en nuestros corazones.”

Ese párrafo encierra una dramática verdad, pero no puede impedir que las personas honestas recuerden las guerras injustas desatadas por Estados Unidos en Iraq y Afganistán, a los cientos de miles de niños que se vieron forzados a crecer sin su madre o su padre y a los padres que nunca volverían a sentir el abrazo de un hijo.

Millones de ciudadanos se marcharon lejos de sus pueblos en Iraq, Afganistán, Vietnam, Laos, Cambodia, Cuba y otros muchos países del mundo.

De la mente de cientos de millones de personas no se han borrado tampoco las horribles imágenes de seres humanos que en Guantánamo, territorio ocupado de Cuba, desfilan silenciosamente sometidos durante meses e incluso años a insufribles y enloquecedoras torturas; son personas secuestradas y transportadas a cárceles secretas con la complicidad hipócrita de sociedades supuestamente civilizadas.

Obama no tiene forma de ocultar que Osama fue ejecutado en presencia de sus hijos y esposas, ahora en poder de las autoridades de Pakistán, un país musulmán de casi 200 millones de habitantes, cuyas leyes han sido violadas, su dignidad nacional ofendida, y sus tradiciones religiosas ultrajadas.

¿Cómo impedirá ahora que las mujeres y los hijos de la persona ejecutada sin Ley ni juicio expliquen lo ocurrido, y las imágenes sean transmitidas al mundo?

El 28 de enero de 2002, el periodista de la CBS Dan Rather, difundió por esa emisora de televisión que el 10 de septiembre de 2001, un día antes de los atentados al World Trade Center y al Pentágono, Osama Bin Laden fue sometido a una diálisis del riñón en un hospital militar de Pakistán. No estaba en condiciones de ocultarse y protegerse en profundas cavernas.

Asesinarlo y enviarlo a las profundidades del mar demuestra temor e inseguridad, lo convierten en un personaje mucho más peligroso.

La propia opinión pública de Estados Unidos, después de la euforia inicial, terminará criticando los métodos que, lejos de proteger a los ciudadanos, terminan multiplicando los sentimientos de odio y venganza contra ellos.

De: Cubadebate

BIN LADEN ESTÁ MORTO. MISSÃO CUMPRIDA ?

Carta Capital - [Antonio Luiz M. C. Costa] Escreveu uma internauta retuitada pelo cineasta Michael Moore: “Depois de dez anos, duas guerras, 919.967 mortes e 1,188 trilhão de dólares, conseguimos matar uma pessoa”. Objetivamente, é pouco mais que isso. Embora (propositalmente?) anunciado no 66º aniversário do anúncio da morte de Adolf Hitler, o assassinato de Osama bin Laden não tem um significado comparável. A Al-Qaeda não é uma máquina de guerra convencional e centralizada à beira do colapso, como era o exército nazista em 1º de maio de 1945. Talvez resulte mais próximo do que foi o 1º de maio de 2003, quando Bush júnior anunciou a “missão cumprida” no Iraque, mas o problema mal estava começando.

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Segundo os Estados Unidos, Bin Laden estava em uma confortável construção de três andares, cercada de muros de quatro a cinco metros ao lado de um colégio de elite e a dois quarteirões de uma delegacia de polícia na cidade turística de Abbottabad, a 116 quilômetros ou duas horas de estrada da capital, Islamabad (cerca de 55 quilômetros em linha reta). Em termos de Brasil, seria como estar em uma mansão em um dos bairros centrais de Campos do Jordão. Ou melhor, em Resende, visto que o local também está a uma breve caminhada de uma das principais academias militares do Paquistão.

Sohab Athair, um usuário do Twitter que se descreve como “um consultor de TI que deu um tempo para a corrida de ratos e escondeu-se nas montanhas com seu laptop”, cobriu a operação desde o início, sem saber exatamente o que se passava e a uns dois quilômetros do local: “helicópteros pairando sobre Abbottabad a uma hora da madrugada (é um evento raro)”. Ouviu explosão, tiros e as poucas pessoas acordadas àquela hora dizerem que pelo menos um dos helicópteros não era paquistanês. Entendeu que era uma situação complicada, mas pensou que era a queda de um helicóptero, como foi inicialmente divulgado na mídia paquistanesa. Compreendeu cinco horas depois, quando Barack Obama foi à tevê anunciar triunfalmente a morte do líder terrorista. “Lá se foi a vizinhança”, escreveu, melancolicamente.

O presidente dos EUA fez do anúncio um discurso cuidadosamente balanceado e um espetáculo muito bem montado. Como quem encarna um herói de Hollywood, iniciou com um “eu planejei, comandei e determinei a morte de Osama bin Laden” e encerrou com “Vamos sempre defender a Justiça e a Liberdade. Deus os abençoe e abençoe a América”. Deu as costas para a câmera e caminhou majestosamente pelo tapete vermelho até o fim do corredor, como um caubói que sai de cena cavalgando para o entardecer, enquanto aparecem os créditos finais.

Bush júnior teve um momento equivalente ao pousar um caça no porta-aviões Abraham Lincoln e fazer seu discurso de vitória sobre Saddam Hussein, com direito a tomadas igualmente heroicas e hollywoodianas. Conseguiu enganar o público o suficiente para ser reeleito em 2005, mas sua popularidade desmoronou em seguida e arrastou-se melancolicamente até o fim do segundo mandato. Obama repetirá o mesmo roteiro?

De qualquer forma, a curto prazo e do ponto de vista da política interna dos EUA, foi um golpe de mestre. Logo depois de reduzir ao ridículo o rival republicano Donald Trump e sua obsessão com a certidão de nascimento do presidente, Obama posa como o herói de guerra e hábil comandante. Em 40 minutos, com um pelotão de forças especiais da Marinha, atingiu o objetivo que Bush júnior garantiu visar durante dois mandatos, mobilizando para isso todo o aparato militar e de inteligência dos EUA e envolvendo o país em duas guerras inúteis e catastróficas para sua economia e relações internacionais.

Yes, we can? Obama não pôde cumprir as promessas de reformas sociais, ambientais e econômicas pelas quais foi eleito, nem sequer fechar a prisão de Guantánamo, mas ao menos cumpriu uma promessa do governo anterior. Pode ser o bastante para garantir sua reeleição, vista a fraqueza das candidaturas republicanas, mas é improvável que a aura da vitória se estenda sobre o resto do Partido Democrata nas eleições legislativas. Assim, o resultado será provavelmente a continuação do impasse político até 2016. A menos que o presidente consiga capitalizar a façanha a ponto de mobilizar a opinião pública em favor da política social e econômica democrata e soterrar a demagogia do Tea Party, o que até agora não se mostrou disposto a fazer.

Do ponto de vista internacional e do campo de batalha real, é pouco provável que a morte de Bin Laden mude o jogo. Sua importância pessoal sempre foi muito exagerada por uma mídia ansiosa por vilões. Mesmo a Al-Qaeda é apenas um aspecto do fundamentalismo islâmico, que é anterior a essa organização em particular, é muito mais amplo e não deixará de existir enquanto não mudarem as condições que o tornaram influente entre as massas muçulmanas humilhadas. A própria forma como foi morto basta para demonstrar que o problema é muito mais vasto. Bin Laden certamente não teria vivido anos em um centro urbano de alta classe média sem a cumplicidade total das Forças Armadas e do serviço de inteligência paquistaneses.

Foto: Suposta imagem de Osama bin Laden morto após ser assassinato pelas forças da CIA em Islamabad, no Paquistão. Publicado por Drudge Report e não confirmada pelas autoridades estadunidenses.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

BIN LADEN MORTO: E DAÍ !?


"Um oficial anónimo dos EUA disse que Osama bin Laden está morto e foi enterrado no mar". Bem, não poderia ficar muito mais vago do que isso, pois não? E quanto à verificação da notícia, tudo que temos são boatos, a fonte de informação sendo pouco mais do que a coscuvilhice na padaria... e uma fotografia falsa.

As notícias hoje em dia aparecem como fofoquice. Ei lá, você ouviu as notícias? Alguém ouviu a esposa do padeiro dizendo que ouviu alguém a dizer no cabeleireiro que aquele ator, o que é seu nome? Você sabe, aquele ator que aparece na televisão... ele é gay! Puxa vida, ele nunca vai chegar perto da minha filha! Poderia estuprá-la!

E agora para algo totalmente indiferente... um funcionário não identificado norte-americano diz que Osama bin Laden foi morto em Abbottabad, 50 km. a partir de Islamabad, no Paquistão, em um tiroteio com forças especiais dos EUA, uma década após o lançamento da ofensiva no Afeganistão e 12 anos depois do mesmo Osama Bin Laden ser visto criticamente doente em tratamento para problemas renais em uma clínica no Oriente Médio. Ainda por cima, o corpo foi enterrado no mar. Que conveniente!


O problema é que pode alguém acreditar seriamente numa palavra que a mídia comprada diz hoje em dia, e especialmente quando a fonte provém dos EUA ou Reino Unido? As mentiras que levaram à invasão do Iraque (relatórios infundados de que o governo de Saddam Hussein tinha armas de destruição massiva que representavam uma ameaça imediata para os EUA e seus aliados, a falsificação de documentos que atestavam que o mesmo governo já havia tentado comprar urânio do Níger, e em seguida, a tese copiada e colada da Net - a "inteligência maravilhosa" de Colin Powell, conjurado por um funcionário do MI6 que fabricou um casus belli em dez segundos apenas), as mentiras que levaram à invasão da Líbia, e a demonologia falsa, infundada e totalmente imerecida rodeando a figura de Muammar Al-Qathafi (terroristas são descritos como civis desarmados) destruiu qualquer grão de credibilidade destas fontes.

Assim é a morte de Osama bin Laden uma repetição da "morte" de Saddam Hussein? Pravda.Ru relatou naquela altura, nesta coluna, que antes da invasão em 2003, a última vez que Saddam Hussein tinha sido visto foi em 1998, parecendo estar gravemente doente deitado em uma maca com câncer dos gânglios linfáticos, pesando cerca de 48 quilos e com a cara amarela. Cinco anos mais tarde, ele parece 10 anos mais jovem com um conjunto diferente de dentes e uma estrutura de mandíbula totalmente reformulada. "Ele deve ter morrido, porque eu vi a cena de enforcamento na Net". Não viu não. Na verdade, a única coisa que você não vê nessa reconstrução pueril o enforcamento em si.

Será que Saddam Hussein morreu muito antes da invasão, e teve lugar essa invasão porque os aliados suspeitavam que o regime estava usando duplos para perpetuar a sua existência, decidindo entrar antes que Al-Qaeda pudesse colocar suas mãos sobre os programas de armas? Nós nunca saberemos.

Nem vamos saber a verdade sobre Osama Bin Laden, a menos que haja melhor evidência documentada e muito mais que boatos e isso passa por ver um corpo. Os primeiros relatos dizem que ele foi enterrado no mar com ritos muçulmanos. Uma fotografia falsa circulou na Internet de um rosto ensanguentado que deveria ser o de Osama Bin Laden. Mas não era. Faz alguma diferença, afinal? Osama Bin Laden morreu? E se morreu, e depois?


Tem alguma importância relevante? Nem por isso. Al-Qaeda, como ela existe, é uma coleção muito vagamente organizada e não mais do que amadores heterogéneos que têm dificuldade em incendiar os seus sapatos ou suas cuecas em aviões de passageiros. Sejamos honestos: se eu queria (mas não quero), eu poderia fazer muito mais sozinho, com acesso ao tipo de dinheiro da Al-Qaeda é suposto ter. Ora bem, como esse bando de incompetentes conseguiu a operação de 9/11 desafia a lógica ...

Até agora Osama bin Laden teria descentralizado o comando e controle de sua operação (como operacional, foi excelente) e a cadeia de comando de qualquer maneira era horizontal e não vertical, sendo a organização composta por células regionais com financiamento central.

Com muitas mãos agora a terem acesso a este financiamento, a suposta morte de Osama Bin Laden parece mais um golpe publicitário para um presidente com índices de popularidade alarmantes, assim como Bush fez uso da ameaça de Bin Laden placa pouco antes de sua reeleição.

Quanto a mim, até que provas mais credíveis apareçam sobre a morte do homem mais procurado da América, eu fico céptico como eu sempre estou com tudo que a mídia comprou diz, algo que sinto também para os representantes dos regimes em Washington de ambos os lados do espectro político.


Timothy Bancroft-Hinchey
Pravda.Ru

BIN LADEN - UNS DIZEM QUE MORREU, VOCÊ APOSTARIA NISSO !?



O mundo acordou hoje com uma notícia por muitos, há tempos esperada - MORREU BIN LADEN.

Dizem que depois de pequeno tiroteio com as forças especiais dos EUA, Osama Bin Laden veio a falecer e seu corpo fora lançado ao mar.

Dá para acreditar nisso ?

É muito estranho toda essa facilidade repentina em achar o homem mais procurado do mundo e, também muito estranho e dificil ainda, é acreditar na fácil operação que resultou na morte de poucas pessoas e na prisão ... bem, de quantas outras ?

Depois dos relatórios produzidos e exibidos na cocheira da política americana com a solidariedade do Reino Unido, onde diziam e provavam que no Iraque, Saddam Hussein possuia armas de alto potencial destrutivo, para diante deste plano miserável, conseguir o clamor público e então esmagar e liquidar aquele país. Com que propósito mesmo ?

Na história humana, muitas manobras desse poder econômico já vimos e ainda iremos conhecer outras, todavia, incongruências no futuro deverão nos atormentar, pois tanta luta pelo poder a custo de distruição de vidas inocentes e da degradação voraz do planeta, certamente não ficará impune.

Diante de interesses escusos, ficamos até reticentes em divulgar esse tipo de matéria, para não ajudar a maquiar os reais objetivos escondidos.

Entretanto, algumas reflexões diferentes devem ser dirigidas para análise objetivando uma compreensão mais ampla, e sendo assim, trabalharemos neste sentido em matérias à frente.

De: GRITE !

HUGO CHÁVEZ - DE TRAIÇÃO À CENSURA


Primeiro, a entrega de um jornalista militante, agora, a censura

PCB - A Associação Bolivariana de Comunicadores (ABC) denuncia que o Ministério de Informação e Comunicação da Venezuela (MINCI), na pessoa do Ministro Andrés Izarra, orientou todos os meios de comunicação que dirige a não cobrirem nenhum evento relacionado às expressões de solidariedade com Joaquín Pérez Becerra e nem aos pedidos dos amplos setores do povo revolucionário da Venezuela pela apresentação das condições das relações Colômbia-Venezuela e dos novos acordos de ambos os governos, em matéria de "inteligência" e cooperação militar.

Vale dizer que a censura começou antes. Na segunda-feira, 25 de abril, o MINCI convocou diversos meios para uma coletiva de imprensa no aeroporto de Maiquetía. O objetivo era esclarecer a possibilidade de entrega de Joaquín Pérez. Poucas horas depois, o convite foi cancelado com o argumento de que o processo em questão se encontrava congelado. Finalmente, o companheiro foi "deportado", chegando à Bogotá às 17:40 horas, segundo os meios de comunicação da Colômbia.

É lamentável o papel desempenhado por meios informativos que, como a VTV e a Telesur, primaram por sua ausência nos lugares cruciais, onde se desenvolveu a notícia sobre a resposta da esquerda frente ao caso de Joaquín Pérez. Seus repórteres se limitaram aos comunicados do governo e às acusações do governo colombiano sobre os supostos crimes cometidos pelo diretor da ANNCOL.

Faltaram com a verdade e, sobretudo, com o compromisso de converter a Venezuela num espaço de construção de uma imprensa comprometida com os interesses das maiorias populares, com a ruptura do pensamento único e da hegemonia da comunicação capitalista que consolida esse feroz sistema. A Telesur e outros meios faltaram com o princípio socialista de construir uma comunicação voltada para a libertação.

Desta forma, respondemos à Iván Maiza que, no único artigo de opinião publicado pela Telesur, mais ou menos assegurou que o comunicador bolivariano buscou sua própria captura (assim como as mulheres que usam minissaias são culpadas por seus estupros – observação nossa) e que o movimento de esquerda, possivelmente infiltrado por "alguns 'camaradas' ou por alguns 'partidos revolucionários', vem planejando sabotar as estratégias empreendidas pelo Comandante, inclusive, criando armadilhas para seus companheiros de luta. São camaradas que não aceitam que o Comandante tenha tomado a decisão de se aproximar de Santos e estão dispostos a fazer qualquer coisa que 'quebre a confiança' entre Chávez e seu povo, entre Chávez e os povos do continente".

Não, senhor Maiza e senhores da Telesur. Nós, dirigentes dos meios alternativos convidamos, em algumas ocasiões, Joaquín Pérez Becerra para consolidarmos um projeto de comunicação bolivariana. No entanto, não trabalhamos e nem fazemos acordos diplomáticos com o DAS. Nós o convidamos em diferentes momentos porque estávamos absolutamente seguros de que nenhum militante comprometido com a verdade, com o ideário bolivariano e que sempre tenha defendido, perante os mais diversos cenários europeus, este processo venezuelano, seria ser entregue a um governo de ultra-direita, culpado dos mais vergonhosos vexames contra seu povo. Isso, sem esquecer, que este governo teve participação no golpe de Estado de 2002.

Quem pensaria que uma entrega tão vil e desprovida de todo direito (até burguês) seria possível no país com maior número de emissoras comunitárias da América Latina; No país que faz tantos encontros, congressos e colóquios sobre o papel dos meios de comunicação na construção de Nossa América; No único país da América do Sul onde existe um processo revolucionário que diz ser socialista; No país do prêmio Rodolfo Walsh de comunicação popular.

No encontro de fundação da Associação Bolivariana de Comunicadores, realizado em dezembro de 2008, do qual participou Joaquín, decidimos que a sede da ABC seria em Caracas por ser o berço de nosso libertador Simón Bolívar e o lugar mais seguro contra a censura, as perseguições e a difamação da direita. Escolhemos o país por considerarmos que a Venezuela necessitava de uma Associação que fizesse frente às calúnias da imprensa burguesa e seu Colégio Nacional de jornalistas. Além disso, consideramos que Caracas deveria ser a capital da unidade latino-americana do setor de comunicação alternativa.

Em poucas palavras, para todos aqueles que insinuam que um setor da esquerda se prestou ao papel de criar uma armadilha ao Comandante e à revolução, dizemos: convidamos Joaquín Pérez Becerra para vir à Venezuela sim, porque nossa confiança no Comandante e em seus princípios era total. Assim, apesar de todas as calúnias e ameaças sofridas pela ANNCOL desde sua fundação, apesar do vizinho feroz, dissemos em algumas ocasiões a nosso querido companheiro, "camarada Joaco, venha que esta terra é livre".

Agência Bolivariana de Imprensa ABP Notícias